quinta-feira, 19 de abril de 2012
CRIANÇAS QUE AGUARDAM UMA FAMÍLIA NO RJ. ENTRE EM CONTATO COM O MONACI COM URGÊNCIA
Alguém para:
1) menino pardo de 7 anos
2) menino negro de 8 anos
3) menino pardo de 9 anos
4) menino branco de 11 anos
5) casal de gemeos pardos de 8 anos , de preferência com a irmã parda escura de 12 anos
6) três crianças pardas de 8, 9 e 10 anos, somente o mais novo é menino
7) três crianças pardas de 9 anos (menino), 10 anos (menino) e 13 anos (menina)
8) dois irmãos de 11 anos (menino)e 13 anos (menina)- negros
9) dois meninos pardos de 10 e 12 anos
10) tres irmas pardos, menino de 8 anos, menino de 10 anos e menina de 13 anos
11) menina negra de 10 anos
12) menina parda de 10 anos
segunda-feira, 16 de abril de 2012
PR tem o segundo maior número de pais candidatos à adoção
Hoje são cerca de 2.000 casais, 600 destes estão em Curitiba, onde 153 crianças aguardam para serem adotadas
Em 2011, dados do Cadastro de Adoções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontavam a existência de 7.949 crianças disponíveis para adoção no país, em contraposição a 30.378 candidatos a pais. Segundo informações do CNJ, o Paraná é o segundo estado brasileiro com maior número de pretendentes à adoção. Hoje são cerca de 2.000 casais, 600 destes estão em Curitiba, onde 153 crianças aguardam para serem adotadas.
A falta de planejamento familiar, o perfil dos casais em relação à idade e à raça das crianças colaboram para a dificuldade em zerar o número de crianças e adolescentes aptos a serem adotados. No entanto, candidatos a pais e especialistas sobre o tema afirmam que a morosidade do Poder Judiciário tem papel determinante na espera de ambos os lados – casais que querem adotar e crianças e adolescentes que desejam uma família.O Grupo de Apoio à Adoção Recriar - Família e Adoção, ONG da capital paranaense que oferece orientação e apoio a casais candidatos a pais, realizou um levantamento que aponta uma demora de aproximadamente um ano para a habilitação dos casais interessados em adotar. Após a aprovação, são em média mais dois anos de espera para aqueles que desejam adotar grupos de irmãos; três anos para a adoção de uma criança acima de seis anos; e aproximadamente cinco anos para a adoção de um bebê de até um ano de idade.
“Neste tempo, muitas crianças vão perdendo gradativamente o ‘brilho dos olhos’ e amargando uma espera que não se concretiza de ter uma família, quer consanguínea ou não. Não há como mensurar as perdas na fase inicial da vida de um ser humano, principalmente diante de um quadro onde não há falta de pais habilitados nem impedimentos legais”, afirma Homero Cidade, parceiro da ONG Recriar e candidato a pai na fila de adoção.
O drama começa antes mesmo de ser cogitada a adoção legal. Em Curitiba, cerca de 1.300 crianças e adolescentes vivem em abrigos. Em todo o estado, são cerca de 4.500. Desde 2009, a Nova Lei de Adoção determina que os juízes das Varas da Infância e Juventude devem fazer relatórios semestrais sobre a situação de cada criança e adolescente abrigado e decidir dentro do prazo de dois anos se haverá retorno à família de origem, se um parente assume a responsabilidade de criação ou se a criança deve ser incluída no Cadastro Nacional de Adoções. São aproximadamente 1300 relatórios por semestre, além dos trabalhos rotineiros e complexos de uma Vara da Infância. O problema é que o Judiciário não possui estrutura e profissionais suficientes para atender a essa demanda de forma satisfatória. Em Curitiba, são apenas duas juízas, em duas Varas da Infância e Juventude.Homero Cidade, engenheiro agrônomo, e Rebeca Cidade, bacharel em turismo, desejam adotar um grupo de irmãos. Candidatos a pais já habilitados à adoção, descobriram ao longo do processo que centenas de crianças crescem institucionalizadas enquanto pessoas como eles buscam constituir uma família. Em parceria com a Recriar – Família e Adoção, a outros candidatos a pais e também pessoas da comunidade, o casal decidiu encabeçar uma campanha pela criação de mais Varas da Infância e Juventude no Paraná e pela melhoria da infraestrutura das que já existem em Curitiba e em outras comarcas do estado.
O grupo recolheu, desde janeiro, cerca de 2.000 assinaturas de apoio à causa em um documento que foi entregue no dia 21 de março, ao presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), Desembargador Miguel Kfouri Neto.“O ponto central que move estas diversas entidades e pessoas é o direito à convivência familiar e comunitária que foi sacramentado no Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990. Mas, acima do direito das crianças está a justiça para as crianças, que se encontram alijadas deste convívio familiar, que é fundamental”, afirma Homero. Em resposta, o desembargador afirmou que ainda em 2012, as Varas da Infância e Juventude do estado contarão com mais 75 servidores, sendo 60 deles analistas e 15 técnicos judiciários. Em três anos, devem ser mais 200 profissionais. “Ainda não é o ideal, mas já é significativo”, afirma o presidente do TJPR. Sobre a criação de mais uma vara em Curitiba, Miguel Kfouri Neto se comprometeu em estudar a proposta com a corregedoria do tribunal e seguir adiante com a ideia, se ela mostrar-se viável.
Participaram da audiência com o presidente do TJPR: o casal Homero e Receba Cidade; Luiz Antonio Mariano, advogado e também candidato a pai adotivo; Elza Dembinski, vive-presidente da ONG Recriar; e Ana Lucia Cavalcante, psicóloga da ONG Recriar. O parecer positivo animou os representantes e voluntários da ONG, que devem continuar os esforços para agilizar os processos de adoção e diminuir a angústia de crianças e adolescentes e candidatos a pais.
Em 2011, dados do Cadastro de Adoções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontavam a existência de 7.949 crianças disponíveis para adoção no país, em contraposição a 30.378 candidatos a pais. Segundo informações do CNJ, o Paraná é o segundo estado brasileiro com maior número de pretendentes à adoção. Hoje são cerca de 2.000 casais, 600 destes estão em Curitiba, onde 153 crianças aguardam para serem adotadas.
A falta de planejamento familiar, o perfil dos casais em relação à idade e à raça das crianças colaboram para a dificuldade em zerar o número de crianças e adolescentes aptos a serem adotados. No entanto, candidatos a pais e especialistas sobre o tema afirmam que a morosidade do Poder Judiciário tem papel determinante na espera de ambos os lados – casais que querem adotar e crianças e adolescentes que desejam uma família.O Grupo de Apoio à Adoção Recriar - Família e Adoção, ONG da capital paranaense que oferece orientação e apoio a casais candidatos a pais, realizou um levantamento que aponta uma demora de aproximadamente um ano para a habilitação dos casais interessados em adotar. Após a aprovação, são em média mais dois anos de espera para aqueles que desejam adotar grupos de irmãos; três anos para a adoção de uma criança acima de seis anos; e aproximadamente cinco anos para a adoção de um bebê de até um ano de idade.
“Neste tempo, muitas crianças vão perdendo gradativamente o ‘brilho dos olhos’ e amargando uma espera que não se concretiza de ter uma família, quer consanguínea ou não. Não há como mensurar as perdas na fase inicial da vida de um ser humano, principalmente diante de um quadro onde não há falta de pais habilitados nem impedimentos legais”, afirma Homero Cidade, parceiro da ONG Recriar e candidato a pai na fila de adoção.
O drama começa antes mesmo de ser cogitada a adoção legal. Em Curitiba, cerca de 1.300 crianças e adolescentes vivem em abrigos. Em todo o estado, são cerca de 4.500. Desde 2009, a Nova Lei de Adoção determina que os juízes das Varas da Infância e Juventude devem fazer relatórios semestrais sobre a situação de cada criança e adolescente abrigado e decidir dentro do prazo de dois anos se haverá retorno à família de origem, se um parente assume a responsabilidade de criação ou se a criança deve ser incluída no Cadastro Nacional de Adoções. São aproximadamente 1300 relatórios por semestre, além dos trabalhos rotineiros e complexos de uma Vara da Infância. O problema é que o Judiciário não possui estrutura e profissionais suficientes para atender a essa demanda de forma satisfatória. Em Curitiba, são apenas duas juízas, em duas Varas da Infância e Juventude.Homero Cidade, engenheiro agrônomo, e Rebeca Cidade, bacharel em turismo, desejam adotar um grupo de irmãos. Candidatos a pais já habilitados à adoção, descobriram ao longo do processo que centenas de crianças crescem institucionalizadas enquanto pessoas como eles buscam constituir uma família. Em parceria com a Recriar – Família e Adoção, a outros candidatos a pais e também pessoas da comunidade, o casal decidiu encabeçar uma campanha pela criação de mais Varas da Infância e Juventude no Paraná e pela melhoria da infraestrutura das que já existem em Curitiba e em outras comarcas do estado.
O grupo recolheu, desde janeiro, cerca de 2.000 assinaturas de apoio à causa em um documento que foi entregue no dia 21 de março, ao presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), Desembargador Miguel Kfouri Neto.“O ponto central que move estas diversas entidades e pessoas é o direito à convivência familiar e comunitária que foi sacramentado no Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990. Mas, acima do direito das crianças está a justiça para as crianças, que se encontram alijadas deste convívio familiar, que é fundamental”, afirma Homero. Em resposta, o desembargador afirmou que ainda em 2012, as Varas da Infância e Juventude do estado contarão com mais 75 servidores, sendo 60 deles analistas e 15 técnicos judiciários. Em três anos, devem ser mais 200 profissionais. “Ainda não é o ideal, mas já é significativo”, afirma o presidente do TJPR. Sobre a criação de mais uma vara em Curitiba, Miguel Kfouri Neto se comprometeu em estudar a proposta com a corregedoria do tribunal e seguir adiante com a ideia, se ela mostrar-se viável.
Participaram da audiência com o presidente do TJPR: o casal Homero e Receba Cidade; Luiz Antonio Mariano, advogado e também candidato a pai adotivo; Elza Dembinski, vive-presidente da ONG Recriar; e Ana Lucia Cavalcante, psicóloga da ONG Recriar. O parecer positivo animou os representantes e voluntários da ONG, que devem continuar os esforços para agilizar os processos de adoção e diminuir a angústia de crianças e adolescentes e candidatos a pais.
Fonte: Bem Paraná
quinta-feira, 12 de abril de 2012
EXEMPLO DA RAPIDEZ E EFICIÊNCIA NOS PROCESSOS DE ADOÇÃO QUE DEVERIA SER SEGUIDO PELA JUSTIÇA DO PARANÁ
REDE GLOBO - JORNAL NACIONAL - APRESENTA EXEMPLO DA RAPIDEZ E EFICIÊNCIA NOS PROCESSOS DE ADOÇÃO QUE DEVERIA SER SEGUIDO PELA JUSTIÇA DO PARANÁ
Link da reportagem: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/04/campanha-em-sc-incentiva-adocao-de-criancas-com-mais-de-tres-anos.html
Exibida no dia dia 10/04/2012
Link da reportagem: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/04/campanha-em-sc-incentiva-adocao-de-criancas-com-mais-de-tres-anos.html
Exibida no dia dia 10/04/2012
Campanha em SC incentiva a adoção de crianças com mais de três anos
Cerca de 80% das famílias que estão na fila de espera para "adoção" buscam meninas de no máximo três anos e sem irmãos.
Já faz mais de dez anos que o Jornal Nacional reserva um tempo para valorizar a ação de pessoas que ajudam outras pessoas. E você reconhece essas reportagens logo no início - porque elas sempre começam com uma marca forte, que tem as cores da bandeira do Brasil e uma frase musical do nosso hino.
A edição desta terça-feira (10) traz, mais uma vez, um exemplo desse Brasil bonito. Em Santa Catarina, a gente mostra o resultado de uma campanha que incentiva casais a adotarem crianças mais velhas e adolescentes.
Quando Mariá viu Juliana pela primeira vez ficou encantada. A menina tinha seis anos e morava num abrigo. “Foi amor à primeira vista. Eu senti que aquela era a criança que eu queria adotar”, conta a professora Mariá Nascimento Pereira.
Mas aí veio a surpresa. “A Juliana correu para o meu colo e disse: ‘mas tem um problema’. Eu perguntei: qual é ? ‘tia, eu tenho mais três irmãs’", lembra.
O marido levou um susto. Fabio e Mariá já tinham dois filhos biológicos.
“Triplicar o time não é fácil, mas nós decidimos encarar”, afirma o professor Fábio Nascimento Pereira.
Hoje a família não tem dúvidas: o que triplicou foi o amor entre eles.
“Eu sinto vontade de falar para todo mundo que eu tenho a melhor família do mundo, a mais feliz, a mais alegre, a melhor família”, diz Mariá.
Histórias como esta são raras no Brasil. Cerca de 80% das famílias que estão na fila de espera para "adoção" buscam meninas de no máximo três anos e sem irmãos.
O desejo de encontrar uma criança "ideal" afasta os pais dos possíveis filhos adotivos. Para reduzir esta distância, Santa Catarina criou a campanha laços de amor.
Os vídeos produzidos e exibidos no estado incentivam a adoção de crianças que já passaram dos três anos de idade.
“Os pais imaginam que essas crianças que sofreram muito na sua vida até então, tenham numa nova vida marcas do passado. E isso, muitas vezes, preocupa e assusta. As experiências práticas mostram o contrário, mostram crianças sedentas de carinho que retribuem por dez aquilo que recebem dos pais adotivo”, explica o Deputado Gelson Merísio.
Gabriel já tinha sete anos e poucas esperanças de ser adotado quando Iria abriu os braços para ele.
“Foi crescendo o nosso amor, a nossa simpatia, a nossa afinidade e foi assim. Eu estou cuidando do Gabriel, ele está cuidando de mim, e nós somos felizes juntos porque é um momento especial para nós dois”, afirma a aposentada Iria Guterrez.
Amparadas, as crianças ganham confiança para construir o futuro: “Eu estou estudando muito porque eu quero ser juíza e o meu sonho é ajudar outras crianças a serem adotadas também”, diz Ana Claudia, de 15 anos.
“Não precisa esperar um filho, mas sim conhecer um filho”, acredita Juliana Nascimento Pereira, de 13 anos.
Essa campanha envolve o Ministério Público, o Tribunal de Justiça, a Ordem dos Advogados e a Assembléia Legislativa de Santa Catarina.
quinta-feira, 15 de março de 2012
O TRABALHO NO BEM DEVE PARAR?
A APAV - Associação Paranaense Alegria de Viver, tem repetidamente lançado apelos, feito contatos, ofícios, projetos e etc., a órgãos públicos clamando por um comprometimento destes com auxílio financeiro mais consistente e significativo para sua manutenção; mas, o descaso destes órgãos, a inércia das instituições competentes, e, pouca humanidade, está relegando este trabalho a uma situação bastante crítica. Apesar de ouvidos, nossos apelos não foram levados a sério. O momento é de definição; Continuidade ou não? Mas, seja qual for a decisão, que urge ser tomada, os menores que ainda estão conosco, as famílias assistidas por esta instituição e nossos funcionários, não ,merecem ser tratados como simples informações em papeis depositados nas mesas daqueles que podem fazer algo, como se estes não existissem.
A diretoria da APAV tem feito o possível pela manutenção dos serviços a que se propôs e da dignidade de todos os envolvidos, mas, infelizmente, nossas forças estão no final, não temos mais como sustentar a situação.
Diante deste quadro, vai aqui nosso derradeiro apelo aos que podem decidir, Sr. Governador do Estado do Paraná; Secretários de Saúde do Estado e do Município; Secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social; Presidente do FAS; Vice Governador e todos os auxiliares destas autoridades; lembrem-se, não são somente números e estatísticas, são seres humanos que por “forças” do destino vieram a depender das ações de outras pessoas para seu próprio existir, com saúde, dignidade, esperança no futuro e na própria sociedade. Olhem um pouco com o coração.
Aos nossos amigos, colaboradores e benfeitores que sempre vêem em nosso socorro, nossos sinceros e humildes agradecimentos e pedimos ainda que continuem tendo paciência para conosco e dentro do possível, não deixem de insistir em nos ajudar e “gritar” em nosso favor.
A diretoria da APAV.
A diretoria da APAV tem feito o possível pela manutenção dos serviços a que se propôs e da dignidade de todos os envolvidos, mas, infelizmente, nossas forças estão no final, não temos mais como sustentar a situação.
Diante deste quadro, vai aqui nosso derradeiro apelo aos que podem decidir, Sr. Governador do Estado do Paraná; Secretários de Saúde do Estado e do Município; Secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social; Presidente do FAS; Vice Governador e todos os auxiliares destas autoridades; lembrem-se, não são somente números e estatísticas, são seres humanos que por “forças” do destino vieram a depender das ações de outras pessoas para seu próprio existir, com saúde, dignidade, esperança no futuro e na própria sociedade. Olhem um pouco com o coração.
Aos nossos amigos, colaboradores e benfeitores que sempre vêem em nosso socorro, nossos sinceros e humildes agradecimentos e pedimos ainda que continuem tendo paciência para conosco e dentro do possível, não deixem de insistir em nos ajudar e “gritar” em nosso favor.
A diretoria da APAV.
quinta-feira, 1 de março de 2012
DECISÃO DO STF SOBRE PODERES DO CNJ FORTALECE CIDADANIA E CONFIANÇA NA INDEPENDÊNCIA DO PODER JUDICIÁRIO
A revista ‘Isto é’ edição n° 2204, de 04/02/2012, trouxe decisão histórica dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da autonomia do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na matéria intitulada "Vitória da Transparência". A revista destaca que os ministros seguiram o clamor popular ao decidir pela preservação dos poderes do CNJ e sustenta que a mais alta corte do País se dividiu, mas, por seis votos a um, acabou se dobrando ao desejo da sociedade.
O MONACI externa a imensa alegria com a decisão da mais alta Corte de nosso país. A situação da 2ª Vara da Infância e Juventude de Curitiba demonstra que as Corregedorias Estaduais, em muitas situações, não atuam de forma eficiente e eficaz para solucionar denúncias de violação dos princípios mais elementares do nosso ordenamento jurídico.
Parabéns Ministra Eliana Calmon por sua coragem e determinação.
PRECISAMOS QUE CONTINUE A ATUAÇÃO DO CNJ EM NOSSO ESTADO.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
GANHADOR DA RIFA DA APAV
COMUNICAMOS AOS AMIGOS DO MONACI QUE A RIFA DA APAV FOI SORTEADA NO DIA 03/12/2011, PELA
LOTERIA FEDERAL: 1º GANHADOR: NOTEBOOK - bilhete nº 323; 2º GANHADOR: POLTRONA - bilhete nº 700.
Agradecimento do MONACI
CAROS AMIGOS:
O MONACI vem agradecer o apoio de tantas pessoas e instituições que promoveram ao longo deste ano de 2011, uma nova tomada de consciência sobre a ADOÇÃO NO BRASIL e seus ENTRAVES. Agradecemos, de forma especial, à imprensa, que de maneira destacada RPC-GLOBO e REVISTA BEM PÚBLICO, exibiram excelentes programas e entrevistas sobre a matéria adoção e inadotáveis. Mas as insituições são feitas de pessoas, de individualidades, de ações que partem de visionários e contagiam as massas. Nesse viés, falo da mulher excepcional MARIA RITA TEIXEIRA (Presidente da APAV - Associação Paranaense Alegria de Viver), que com destemor e coragem, tomada pelo sentimento maternal que a fez, ao longo destes 18 anos, administrar, cuidar, amar, renunciar a si mesma pelo bem das crianças e jovens que passaram pela APAV e as que ainda continuam abrigadas naquela CASA DE AMOR, falar a verdade e lutar para que as crianças soropositivas tenham o lugar que merecem na sociedade.
Reconhecer que abrigo não é lugar definitivo de crianças e jovens. Na área da pesquisa acadêmica a DRA. LÍDIA WEBER tem sido um farol de conhecimento e competência na análise do tema ADOÇÃO, referência indispensável para todos aqueles que querem entender e buscar soluções para que o efetivo interesse da criança seja atendido. Um agradecimento especial para a Exma. Ministra ELIANA CALMON do CNJ, pela esperança de entendimento e de compreensão da participação da sociedade para solução de problemas de violação dos direitos humanos das crianças e adolescentes. E, se desejamos que as FESTAS DE FINAL DE ANO sejam especiais para todos aqueles que procuraram pensar no Espírito do Natal em todos os dias de 2011, porque pensar na criança desvalida é autêntica fraternidade, que a DRA. MÔNICA LABUTO - RJ possa receber todo nosso carinho e reconhecimento pela luta que trava para aplicação integral do Estatuto da Criança e do Adolescente. Nossos filhos estão felizes e, por consequência, nós também, graças a Guarda Provisória que nos foi concedida dos novos integrantes da família (Mateus e Daniele). Nossas filhas não estão conosco, mas foram a pedra fundamental para que o MONACI nascesse. Se até agora elas não foram beneficiadas pelo olhar da lei, outras tantas estão fruindo a alegria de terem um novo lar, graças ao trabalho do MONACI, de seus apoiadores, de tantas pessoas que se sensibilizaram com o tema. Muitas já encontraram um lar, a exemplo do CASAL SAMUEL E GABRIELA MIRANDA que, felizmente, estão em seu lar com a filha do coração, após árdua luta de mais de três anos. Este é apenas um exemplo. Nossa luta não acabou, contudo. Vamos continuar a promover o debate público, enaltecer todas as ações positivas dos envolvidos no processo, mas continuaremos a expor qualquer violação que esteja em desacordo com o bom senso, com a lei e com a máxima "AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO".
FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DO DESEJO DE SERVIR.
MONACI
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
MONACI É RECEBIDO EM 23/11/2011 PELO EXMO. JUIZ NICOLAU LUPIANHES, COORDENADOR DO CADASTRO NACIONAL DE ADOÇÃO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, QUE EXECUTA CORREIÇÃO NO TJ/PR.
Representantes do MONACI, APAV E FÊNIX foram recebidos pelo Exmo. Juiz Nicolau Lupianhes, que está coordenando correição no TJ/PR. Cumpre agenda do CNJ, representando a Exma. Ministra Eliana Calmon. Recebeu o MONACI e demais instituições em caráter extraordinário no dia 23/11/2011, na Presidência do TJ/PR, face à gravidade de denúncias de violação dos direitos humanos das crianças abrigadas no Estado do Paraná e no Brasil, que ficam anos abrigadas, sem conclusão de seus processos de destituição do poder familiar, mesmo quando se apresentam pretendentes à adoção. O Dr. Nicolau recebeu inúmeros documentos, demonstrou perplexidade ao ver relatório de abrigamento de crianças soropositivas da instituição APAV, abrigadas por mais de 10 anos, sem qualquer processo junto às Varas da Infância e Juventude de Curitiba. Para participar da reunião convocou o Exmo Des. Fernando Wolff Bodziak, Presidente do Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude do Paraná. O Exmo. Juiz Nicolau Lupianhes comprometeu-se a levar as reivindicações para o CNJ, além de informar ao MONACI o resultado das providências que serão tomadas.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
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