terça-feira, 21 de agosto de 2012
Pesquisa comprova que nova combinação de medicamentos diminui risco de mãe transmitir HIV para o bebê
Publicado em 17/08/12 às 19:14 Agência Brasil Link: http://www.bemparana.com.br/noticia/227143/pesquisa-comprova-que-nova-combinacao-de-medicamentos-diminui-risco-de-mae-transmitir-hiv-para-o-bebe
Após dez anos de pesquisa, um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Universidade da Califórnia (Ucla) – feito na África do Sul, Argentina, nos Estados Unidos e no Brasil – aponta que a combinação de dois ou três antirretrovirais diminui o risco de mães portadoras do vírus HIV contaminarem seus bebês recém-nascidos.
O protocolo, até então adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a chamda transmissão vertical, quando o vírus vai da mãe para o bebê durante a gestação, era iniciar o tratamento do recém-nascido com o antirretroviral AZT em até 48 horas depois do parto. Essa medida reduz o risco de contaminação da criança para 5%.
Uma das coordenadoras gerais da pesquisa, a médica infectologista Valdiléa Veloso, diretora do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz), explica que participaram do estudo mulheres que não sabiam da condição de soropositivas durante a gestação e descobriram a doença pouco antes do parto. Portanto, não foram tratadas com o AZT durante a gravidez.
“Para essas crianças cujas mães são diagnosticadas muito tardiamente, dando uma combinação de medicamentos, em parte, compensa-se o tratamento da mãe que não foi feito. Assim, se consegue proteger melhor essas crianças”, explicou Valdiléa Veloso.
A pesquisa foi feita com 1.684 crianças, separadas em três grupos. O primeiro foi tratado apenas com o AZT. O segundo grupo recebeu AZT e nevirapina. E o terceiro grupo recebeu AZT, nelfinavir e lamivudina. Em todos os casos, a primeira dose foi ministrada nas primeiras 48 horas de vida da criança e o tratamento durou seis semanas.
O resultado mostrou que 140 bebês foram contaminados antes do tratamento, sendo 97 durante a gestação e 43 no parto. Três meses depois do tratamento, 4,8% dos bebês que tomaram apenas AZT tinham sido contaminados. Entre os que receberam dois medicamentos, o índice caiu para 2,2% e, entre os que tomaram a combinação de três antirretrovirais, a taxa de contaminação ficou em 2,8%, sendo essa terapia a mais tóxica.
A pesquisadora lembra que filhos de mães soropositivas tratadas durante a gestação já apresentam menos de 1% de chance de serem contaminados. Sem o tratamento, o risco chega a 25% e sobe para 40% no caso da mãe amamentar a criança.
Valdiléa Veloso lembra que o protocolo de prevenção e tratamento da aids no Brasil existe desde 1994, mas nem sempre é seguido. “Infelizmente, nem todas fazem o pré-natal, nem todas que fazem o pré-natal fazem o teste, nem todas que fazem o teste recebem o resultado a tempo de serem medicadas, nem todas que são indicadas para o tratamento dão continuidade ao tratamento durante o pré-natal. Então, a gente vai perdendo um pouquinho em cada etapa. E o mais grave é que, infelizmente, em uma parte das mulheres, ainda, o diagnóstico é feito ali, na hora que ela chega na maternidade já em trabalho de parto”.
A pesquisa foi publicada na revista científica The New England Journal of Medicine, em junho. De acordo com a médica, os padrões de tratamento no mundo já mudaram com base nesses resultados, sendo recomendados oficialmente pela OMS e adotados nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
CAUSAS SOCIAIS FAZEM PARTE DA ROTINA DA ATRIZ LETÍCIA SABATELLA
LETÍCIA SABATELLA, EM EXCELENTE REPORTAGEM PARA A REVISTA LOLA MAGAZINE, AFIRMA QUE "...SÓ COLOCA SUA IMAGEM A SERVIÇO DO QUE CONSIDERA RELEVANTE".
O MONACI ficou sensibilizado com a beleza de artigo sobre a atriz Letícia Sabatella na Revista LOLA MAGAZINE deste mês de agosto de 2012. Letícia está rodando o país para divulgar o seu documentário HOTXUA sobre o povo indígena krahô. O papel desempenhado pela atriz para resguardar os direitos humanos, seja na proteção dos povos indígenas, contra o trabalho infantil, na defesa do meio ambiente etc. a coloca numa posição de destaque no meio artístico, intelectual e como cidadã. Não podemos esquecer da sua participação na audiência pública na AL do Paraná em maio de ano passado, quando abraçou a causa das crianças abrigadas que não tem respeitado o direito básico de entrarem na fila de adoção. Mais uma vez agradecemos à nossa querida Letícia, por sua sensibilidade e por sua capacidade de doação.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Adoção é tema de ensaio fotográfico documental
A
fotógrafa e jornalista curitibana Michele Zambon está desenvolvendo um ensaio
fotográfico documental sobre o tema adoção positiva. O ensaio faz parte do
projeto de conclusão de mestrado em fotojornalismo que a jornalista está
cursando na Universidade de Westminster em Londres. Algumas das fotografias farão parte também da
exposição de encerramento do curso, que reúne ensaios fotográficos de todos os
alunos formandos do ano de 2012 e acontece entre os dias 10 e 20 de setembro na
galeria do campus da universidade.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Jovens que completam 18 anos deixam abrigos sem perspectiva profissional. Faltam ações para ajudar na transição para a vida adulta
Publicado em 17/07/2012 na Jornal Gazeta do Povo, veja no link original clicando aqui.
Jovens que completam 18 anos deixam abrigos sem perspectiva profissional. Faltam ações para ajudar na transição para a vida adulta.
Prestes a completar 18 anos, no mês que vem, Bruno (nome fictício) já tem algumas certezas na vida. Uma é de que nunca mais verá seus irmãos. Um foi adotado há mais de cinco anos e outros dois estão presos por tráfico de drogas. Com a destituição familiar decretada pela Justiça em 2005, a única informação que ele possui da mãe é que ela se tornou moradora de rua. “Ela não tinha mais condições de nos criar. Desde pequeno, eu a ajudava a catar material reciclável pelas ruas”, conta.
Bruno é um dos 2.187 menores de idade que vão completar a maioridade dentro de abrigos no Brasil ainda em 2012. Consequentemente, deixam de estar sob a tutela do Estado e enfrentam sozinhos a transição para a vida adulta.
Jovens que completam 18 anos deixam abrigos sem perspectiva profissional. Faltam ações para ajudar na transição para a vida adulta.
Prestes a completar 18 anos, no mês que vem, Bruno (nome fictício) já tem algumas certezas na vida. Uma é de que nunca mais verá seus irmãos. Um foi adotado há mais de cinco anos e outros dois estão presos por tráfico de drogas. Com a destituição familiar decretada pela Justiça em 2005, a única informação que ele possui da mãe é que ela se tornou moradora de rua. “Ela não tinha mais condições de nos criar. Desde pequeno, eu a ajudava a catar material reciclável pelas ruas”, conta.
Bruno é um dos 2.187 menores de idade que vão completar a maioridade dentro de abrigos no Brasil ainda em 2012. Consequentemente, deixam de estar sob a tutela do Estado e enfrentam sozinhos a transição para a vida adulta.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
MONACI PARTICIPA DO PROGRAMA VIDA EM SINTONIA NO DIA 09/06/2012 DA RÁDIO AM 1060 DO PADRE REGINALDO MANZOTTI, COM A JORNALISTA LÚCIA ALMEIDA
Programa Vida em Sintonia - Lúcia Almeida
Rádio AM 1060 ou www.padrereginaldomanzotti. org.br
Sábado - dia 09 de junho
Horário - das 17h às 18h
Rádio AM 1060 ou www.padrereginaldomanzotti.
Sábado - dia 09 de junho
Horário - das 17h às 18h
ESTE É UM DOS EXEMPLOS DE APOIO/DENÚNCIA QUE O MONACI ESTÁ RECEBENDO DA SOCIEDADE - É PRECISO O CUMPRIMENTO INTEGRAL DO ECA.
Sou Assistente Social, com pós-graduaçao em Politicas de Atendimento a Criança e ao Adolescente pela UEPG e apaixonada pela adoção.
Nesta momento estou vendo a entrevista da Aristéia Moraes Rau, advogada e criadora do MONACI, no PROGRAMA MEDICINA E SAÚDE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DO PARANÁ (SIMEPAR), sobre as crianças inadotáveis.
Nesta momento estou vendo a entrevista da Aristéia Moraes Rau, advogada e criadora do MONACI, no PROGRAMA MEDICINA E SAÚDE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DO PARANÁ (SIMEPAR), sobre as crianças inadotáveis.
Amei a fala enfática da Aristéia quanto ao descaso do Poder Judiciário na viabilizaçao da destituiçao do poder familiar de muitas crianças abrigadas privando-as de viver e conviver em família.
Constatei essa inoperancia do Poder Judiciário, quando estagiei na Vara de Infancia e Juventude de Ponta Grossa e fundamentei a monografia de graduaçao e pós-graduaçao sobre o tema Adoção, com a monografia A ADOÇÃO COMO POLÍTICA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA.
Trabalho com Serviço Social organizacional o que me afastou um pouco da causa da Adoção.
Resido em Joinville e gostaria imensamente de voltar a realizar trabalhos na área da Adoção.
Poderiam, por gentileza, me informar se aqui em Joinville existe algum movimento dedicado a causa da Adoção?!
Sonia de Oliveira
ADOÇÃO É TEMA DA PRIMEIRA SEMANA DO PROGRAMA DA JORNALISTA FÁTIMA BERNARDES.
O
Monaci defende que o assunto não deve sair de pauta. Precisamos chamar a
atenção de toda a população para a violação da dignidade da criança que cresce
nos abrigos, sem a oportunidade de entrar na fila de adoção.
Assista a sequência de vídeos clicando nos links abaixo:
http://bit.ly/NG5iaQ
http://bit.ly/NC0iEd
http://bit.ly/Lz7wvM
http://bit.ly/LDEQlo
sexta-feira, 22 de junho de 2012
MONACI PARCIPA DO PROGRAMA MEDICINA E SAÚDE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DO PARANÁ (SIMEPAR).
ASSISTA PARA COMPREENDER O PORQUÊ DE EXISTIR NO BRASIL CRIANÇAS INADOTÁVEIS - ADOÇÕES E SEUS ENTRAVES - DESCUMPRIMENTO DO ECA - INOPERÂNCIA DO PODER JUDICIÁRIO E MINISTÉRIO PÚBLICO.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)
