terça-feira, 14 de agosto de 2012

CAUSAS SOCIAIS FAZEM PARTE DA ROTINA DA ATRIZ LETÍCIA SABATELLA


LETÍCIA SABATELLA, EM EXCELENTE REPORTAGEM PARA A REVISTA LOLA MAGAZINE, AFIRMA QUE "...SÓ COLOCA SUA IMAGEM A SERVIÇO DO QUE CONSIDERA RELEVANTE".
O MONACI ficou sensibilizado com a beleza de artigo sobre a atriz Letícia Sabatella na Revista LOLA MAGAZINE deste mês de agosto de 2012. Letícia está rodando o país para divulgar o seu documentário HOTXUA sobre o povo indígena krahô. O papel desempenhado pela atriz para resguardar os direitos humanos, seja na proteção dos povos indígenas, contra o trabalho infantil, na defesa do meio ambiente etc. a coloca numa posição de destaque no meio artístico, intelectual e como cidadã. Não podemos esquecer da sua participação na audiência pública na AL do Paraná em maio de ano passado, quando abraçou a causa das crianças abrigadas que não tem respeitado o direito básico de entrarem na fila de adoção. Mais uma vez agradecemos à nossa querida Letícia, por sua sensibilidade e por sua capacidade de doação.   


terça-feira, 31 de julho de 2012

Adoção é tema de ensaio fotográfico documental


A fotógrafa e jornalista curitibana Michele Zambon está desenvolvendo um ensaio fotográfico documental sobre o tema adoção positiva. O ensaio faz parte do projeto de conclusão de mestrado em fotojornalismo que a jornalista está cursando na Universidade de Westminster em Londres.  Algumas das fotografias farão parte também da exposição de encerramento do curso, que reúne ensaios fotográficos de todos os alunos formandos do ano de 2012 e acontece entre os dias 10 e 20 de setembro na galeria do campus da universidade.



quinta-feira, 19 de julho de 2012

Jovens que completam 18 anos deixam abrigos sem perspectiva profissional. Faltam ações para ajudar na transição para a vida adulta

Publicado em 17/07/2012 na Jornal Gazeta do Povo, veja no link original clicando aqui.

Jovens que completam 18 anos deixam abrigos sem perspectiva profissional. Faltam ações para ajudar na transição para a vida adulta.

Prestes a completar 18 anos, no mês que vem, Bruno (nome fictício) já tem algumas certezas na vida. Uma é de que nunca mais verá seus irmãos. Um foi adotado há mais de cinco anos e outros dois estão presos por tráfico de drogas. Com a destituição familiar decretada pela Justiça em 2005, a única informação que ele possui da mãe é que ela se tornou moradora de rua. “Ela não tinha mais condições de nos criar. Desde pequeno, eu a ajudava a catar material reciclável pelas ruas”, conta.

Bruno é um dos 2.187 menores de idade que vão completar a maioridade dentro de abrigos no Brasil ainda em 2012. Consequentemente, deixam de estar sob a tutela do Estado e enfrentam sozinhos a transição para a vida adulta.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

MONACI PARTICIPA DO PROGRAMA VIDA EM SINTONIA NO DIA 09/06/2012 DA RÁDIO AM 1060 DO PADRE REGINALDO MANZOTTI, COM A JORNALISTA LÚCIA ALMEIDA

Programa Vida em Sintonia - Lúcia Almeida
Rádio AM 1060 ou 
www.padrereginaldomanzotti.org.br
Sábado - dia 09 de junho
Horário - das 17h às 18h






ESTE É UM DOS EXEMPLOS DE APOIO/DENÚNCIA QUE O MONACI ESTÁ RECEBENDO DA SOCIEDADE - É PRECISO O CUMPRIMENTO INTEGRAL DO ECA.


Sou Assistente Social, com pós-graduaçao em Politicas de Atendimento a Criança e ao Adolescente pela UEPG e apaixonada pela adoção.

Nesta momento estou vendo a entrevista da Aristéia Moraes Rau, advogada e criadora do MONACI, no PROGRAMA MEDICINA E SAÚDE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DO PARANÁ (SIMEPAR), sobre as crianças inadotáveis.

Amei a fala enfática da Aristéia  quanto ao descaso do Poder Judiciário na viabilizaçao da destituiçao do poder familiar de muitas crianças abrigadas privando-as de viver e conviver em família.
 
Constatei essa inoperancia do Poder Judiciário, quando estagiei na Vara de Infancia e Juventude de Ponta Grossa e fundamentei a monografia de graduaçao e pós-graduaçao sobre o tema Adoção, com a monografia A ADOÇÃO COMO POLÍTICA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA.

Trabalho com Serviço Social organizacional o que me afastou um pouco da causa da Adoção.

Resido em Joinville e gostaria imensamente de voltar a realizar trabalhos na área da Adoção.
Poderiam, por gentileza, me informar se aqui em Joinville existe algum movimento dedicado a causa da Adoção?!
 
Sonia de Oliveira

ADOÇÃO É TEMA DA PRIMEIRA SEMANA DO PROGRAMA DA JORNALISTA FÁTIMA BERNARDES.


O Monaci defende que o assunto não deve sair de pauta. Precisamos chamar a atenção de toda a população para a violação da dignidade da criança que cresce nos abrigos, sem a oportunidade de entrar na fila de adoção.


Assista a sequência de vídeos clicando nos links abaixo:

http://bit.ly/NG5iaQ

http://bit.ly/NC0iEd

http://bit.ly/Lz7wvM

http://bit.ly/LDEQlo


sexta-feira, 22 de junho de 2012

MONACI PARCIPA DO PROGRAMA MEDICINA E SAÚDE DO SINDICATO DOS MÉDICOS DO PARANÁ (SIMEPAR).

ASSISTA PARA COMPREENDER O PORQUÊ DE EXISTIR NO BRASIL CRIANÇAS INADOTÁVEIS - ADOÇÕES E SEUS ENTRAVES - DESCUMPRIMENTO DO ECA - INOPERÂNCIA DO PODER JUDICIÁRIO E MINISTÉRIO PÚBLICO.  

quinta-feira, 7 de junho de 2012

MONACI CRITICA A PARTICIPAÇÃO DO PARANÁ NO 17ª ENAPA


Caros amigos:


O MONACI (www.monaci.com.br) apresenta sua indignação com a participação de várias autoridades do Judiciário Paranaense no 17º ENAPA/DF. A pergunta que não quer calar: como essas pessoas que não estão cumprindo o ECA podem se apresentar como modelos para os Grupos de Adoção? Com certeza temos exemplos positivos, mas Curitiba hoje está no ranking dos fóruns que menos adoção estão se concretizando (2010 apenas 42 adoções em CTBA, ainda que mais de 1300 crianças estejam abrigadas). Os abrigos estão superlotados. Inúmeros pretendentes à adoção estão na fila há vários anos. Por que as meninas que nos foram negadas (quatro portadoras de HIV, com 5, 10, 11 e 14 anos) não foram colocadas sequer na fila de adoção até hoje? Será que o Cadastro Nacional de Adoção, ao longo destes três anos de sua existência, não indica que esse quadro também se repete em outros Estados do Brasil? Todas as crianças abrigadas estão tendo a oportunidade de entrar no CNA? Esses encontros precisam ser a voz das crianças excluídas, dos que lutam para mudar a lentidão e má vontade que norteiam a atuação dos operadores do direito nos processos de adoção, com exceções. Que o ENAPA seja o lugar de debate dessas questões, sem vinculações políticas, muito menos do interesse de determinadas pessoas que só querem platéia.


MONACI

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